segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Livros Howard Barker








Howard Barker é um dos mais mais polémicos dramaturgos britânicos contemporâneos. Nascido em 1946, nos arredores de Londres, Barker é também encenador, poeta, pintor e autor de vários textos de teoria teatral. Em 1988 fundou a sua própria companhia, The Wrestling School, com o objectivo de produzir exclusivamente as suas próprias peças.

A companhia de Teatro As Boas Raparigas, fundada em 1993, na cidade do Porto, levou à cena cinco dos seus textos, dos quais quatro já se apresentam editados pela editora Temas Originais com a colaboração d´As Boas Raparigas.

"As Possibilidades" (Trad.: Paulo Eduardo Carvalho);

"Mãos Mortas" (Trad.: Pedro Cavaleiro) ;

"(Tio)Vânia" (Trad.: Paulo Eduardo Carvalho) ;

“Mulheres Profundas/Animais Superficiais” " (Trad.: Paulo Eduardo Carvalho).

Para adquirirem os livros devem contactar :

asboasraparigas@gmail.com
225 373 265

Livros Howard Barker

Howard Barker é um dos mais mais polémicos dramaturgos britânicos contemporâneos. Nascido em 1946, nos arredores de Londres, Barker é também encenador, poeta, pintor e autor de vários textos de teoria teatral. Em 1988 fundou a sua própria companhia, The Wrestling School, com o objectivo de produzir exclusivamente as suas próprias peças.

A companhia de Teatro As Boas Raparigas, fundada em 1993, na cidade do Porto, levou à cena cinco dos seus textos, dos quais quatro já se apresentam editados pela editora Temas Originais com a colaboração d´As Boas Raparigas.

"As Possibilidades" (Trad.: Paulo Eduardo Carvalho);

"Mãos Mortas" (Trad.: Pedro Cavaleiro) ;

"(Tio)Vânia" (Trad.: Paulo Eduardo Carvalho) ;

“Mulheres Profundas/Animais Superficiais” " (Trad.: Paulo Eduardo Carvalho).

Para adquirirem os livros devem contactar :

asboasraparigas@gmail.com
225 373 265

PRÉMIO DA CRÍTICA

http://www.apcteatro.org
http://videos.sapo.pt/AgVo2zivC6AyZBWDdpya

A Associação Portuguesa de Críticos de Teatro atribuiu o Prémio da Crítica, relativo ao ano de 2010, ao FIMFA e a João Paulo Seara Cardoso.
O júri foi constituído por Alexandra Moreira da Silva, João Carneiro, Maria Helena Serôdio e Rui Pina Coelho.
O mesmo júri decidiu ainda atribuir três Menções Especiais, respectivamente, a Miguel Guilherme (O Senhor Puntila e o seu Criado Matti, Novo Grupo/Teatro Aberto), Luís Castro/Karnart (Húmus) e ao colectivo de Mulheres Profundas / Animais Superficiais, espectáculo d’ As Boas Raparigas: Carla Miranda, Maria do Céu Ribeiro e Miguel Eloy.

A cerimónia da entrega destes prémios realiza-se no próximo dia 12 de Março (sábado), no Jardim de Inverno do São Luiz Teatro Municipal (Lisboa), às 15h00, sendo livre a entrada.


Carla Miranda, Maria do Céu Ribeiro e Miguel Eloy (Mulheres Profundas / Animais Superficiais)
Há já vários anos que As Boas Raparigas... nos surpreendem com interpretações irrepreensíveis e perturbadoras de um vasto leque de personagens do não menos perturbador universo de Howard Barker. O elenco do espectáculo Mulheres Profundas / Animais Superficiais (encenação de Rogério de Carvalho, tradução de Paulo Eduardo Carvalho), constituído por Carla Miranda, Maria do Céu Ribeiro e Miguel Eloy,


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

“Histórias de Família” de Biljana Srbljanovic




“Histórias de Família”

de
Biljana Srbljanovic


9 a 27 de Fevereiro
Quarta a Domingo - 21h30
Estúdio Zero, Porto



”Histórias de Família”

Texto | Biljana Srbljanovic
Direcção de Actores | Daniel Pinto
Tradução| Maria do Céu Ribeiro
Interpretação | Cátia Guedes
Cristovão Carvalheiro
Miguel Lemos
Rita Lagarto

Desenho de Luz | Rui Monteiro
Figurinos | Lita Marcelino
Cenografia | Ana Gormicho e Daniel Teixeira
Sonoplastia | Bruno Pereira
Design Gráfico | Cristovão Carvalheiro
Produção | Bisturi
CO-PRODUÇÃO As Boas Raparigas e Teatro Bisturi
Apoios | TNSJ, Teatro do Bolhão, TUP, Teatro Bruto, Teatro do Frio, Fábrica da Rua da Alegria, Lipor



“Histórias de Família” de Biljana Srbljanovic

“ - Bem, meu filho, repete o que dissemos: Como é que um homem inteligente se deve comportar?
-Um homem inteligente respeita a regra: A cabeça na areia, o cu contra a parede.
-Exacto. E o que é que ele não deve fazer? Nunca a nenhum preço?
-Dizer o que pensa.
-Exacto. E a quem?
-Não interessa. Seja a quem for.
-Seja a quem for, meu filho, seja a quem for. O mesmo comportamento para todos: Não vejo, não ouço e sobretudo, especialmente e particularmente: NÃO PENSO. É isto?”

“Os heróis desta peça não são os pobres, nem pelo seu carácter, nem pela sua vida quotidiana.
São os cidadãos de um país em ruínas.”


Biljana Srbljanovic

Nasceu em 15 de Outubro de 1970 em Estocolmo, Suécia, naturalizada Sérvia, reside em Belgrado e, para além de ser dramaturga e política, é também docente da Faculdade de Artes Dramáticas de Belgrado.
Biljana escreveu 7 peças. As suas peças foram encenadas em 50 países. Em 1 de Dezembro de 1999, ela tornou-se a primeira escritora estrangeira a receber o prémio Ernst Toller.
A sua obra teatral valeu-lhe vários prémios, incluindo o prémio Selenic Slobodan, o prémio Osvajanje Slobode, o prémio Cidade de Belgrado e o prémio Sterija.


BISTURI

Entramos recentemente no mercado de trabalho como um grupo de jovens actores que se preocupa com a sociedade em que vive e que quer intervir artística e activamente no desenvolvimento da mesma. Interessa-nos trabalhar em laboratório, quer no plano do trabalho de actor, quer no plano da transposição à realidade social que se instala no Porto, Portugal, Mundo.
Temos lido e relido com especial atenção esta peça, que retrata uma realidade que não nos é, em primeiro plano, próxima, mas que ao reflectirmos sobre ela as temáticas tornam-se transversais. É do nosso total interesse expor, reflectir e trabalhar sobre os quadros familiares que a autora nos apresenta – são uma forma de exposição de uma sociedade enfraquecida pela educação nas crianças e de como tudo isto se manifesta já na idade adulta. E porque não revisitar as ‘’brincadeiras’’ e traquinices da infância, num turbilhão do faz-de-conta, num acto heróico-critico de sensibilização da nossa consciência e da do nosso público, sobre estas questões?

Género: Teatro
Duração aproximada: 1h45m
Classificação etária: M/16
Preço: 5 euros


INFORMAÇÕES E RESERVAS:

As Boas Raparigas/ Estúdio Zero
Rua do Heroísmo, 86,
4300-254 begin_of_the_skype_highlighting              4300-254      end_of_the_skype_highlighting begin_of_the_skype_highlighting              4300-254      end_of_the_skype_highlighting begin_of_the_skype_highlighting 4300-254 end_of_the_skype_highlighting begin_of_the_skype_highlighting 4300-254 end_of_the_skype_highlighting Porto
Tel/ Fax 225 373 265
Tlm 961 487 507
asboasraparigas@gmail.com

Bisturi
913730799
Os.bisturi@gmail.com



sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Menção da APCT

PRÉMIO DA CRÍTICA

Nota para a imprensa

A Associação Portuguesa de Críticos de Teatro atribuiu o Prémio da Crítica, relativo ao ano de 2010, ao FIMFA e a João Paulo Seara Cardoso.
O júri foi constituído por Alexandra Moreira da Silva, João Carneiro, Maria Helena Serôdio e Rui Pina Coelho.

O mesmo júri decidiu ainda atribuir três Menções Especiais, respectivamente, a Miguel Guilherme (O Senhor Puntila e o seu Criado Matti, Novo Grupo/Teatro Aberto), Luís Castro/Karnart (Húmus) e ao colectivo de Mulheres Profundas / Animais Superficiais, espectáculo d’ As Boas Raparigas: Carla Miranda, Maria do Céu Ribeiro e Miguel Eloy.

A cerimónia da entrega destes prémios realiza-se no próximo dia 12 de Março (sábado), no Jardim de Inverno do São Luiz Teatro Municipal (Lisboa), às 15h00, sendo livre a entrada.

Acrescentamos, a seguir, curtas justificações críticas destas distinções.

PRÉMIO DA CRÍTICA atribuído ao FIMFA e a João Paulo Seara Cardoso
Ao FIMFA – Festival Internacional de Marionetas de Lisboa – por dez anos de trabalho perseverante e continuado na apresentação, em Portugal, do que de mais interessante e importante existe no Teatro de Marionetas, Objectos e Formas Animadas. E a João Paulo Seara Cardoso, sem o qual o Teatro de Marionetas em Portugal não existiria na sua forma, dimensão e qualidade actuais.

MENÇÕES ESPECIAIS atribuídas a:

Miguel Guilherme (O Senhor Puntila e o seu criado Matti)
Pelo brilho e excelência singular na composição do Senhor Puntila, aliando um domínio exemplar do registo e do tempo cómicos a uma compreensão global da espessura do discurso do espectáculo. Uma interpretação superlativa, de argúcia felina, que articulava um contacto com o público de temperatura popular e sincrónica com um entendimento vasto do gesto e da necessidade do projecto.

Luís Castro / Karnart (Húmus)
Pela inspirada e brilhante teatralização do universo de Raúl Brandão, afeiçoando a estética da perfinst a uma evocação compadecida dos humildes que habitam a obra brandoniana. Usando de forma criativa os vários espaços da Galeria Monumental, Luís Castro concebeu – com a assistência plástica de Vel Z e banda sonora de Adriano Filipe – um percurso de acções que os actoresAndré Uerba, Bibi Perestrelo, Fernando Grilo, Mariana Lemos, Sara Carinhas e Vel Z iam executando de forma rigorosa, mas paredes meias com o onírico, esconjurando beleza e dor, desejo e medo, vida e morte.

Carla Miranda, Maria do Céu Ribeiro e Miguel Eloy (Mulheres Profundas / Animais Superficiais)
Há já vários anos que As Boas Raparigas... nos surpreendem com interpretações irrepreensíveis e perturbadoras de um vasto leque de personagens do não menos perturbador universo de Howard Barker. O elenco do espectáculo Mulheres Profundas / Animais Superficiais (encenação de Rogério de Carvalho, tradução de Paulo Eduardo Carvalho), constituído por Carla Miranda, Maria do Céu Ribeiro e Miguel Eloy, oferece-nos três interpretações justíssimas da partitura do autor britânico, que aliam rigor e instinto num trabalho de invulgar qualidade, quer na composição física (com destaque para Miguel Eloy na inquietante personagem do cão), quer no domínio da palavra ritmada e tensa (ao qual nos habituaram as muito barkerianas Carla Miranda e Maria do Céu Ribeiro) deixando em suspenso as mais variadas possibilidades.

Associação Portuguesa de Críticos de Teatro
Maria Helena Serôdio
Presidente do Júri

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

TELEGANZA



Porto

De 14 a 30 de Janeiro no Estúdio Zero

Terça a Sábado às 21h30

Domingo às 16h00

M/16


TELEGANZA


Texto | Jorge Louraço Figueira

Encenação | António Durães

Interpretação | João Miguel Mota, Tânia Dinis e Tiago Correia

Desenho de Luz | Joana Oliveira

Figurinos | Cenografia | Ana Gormicho

Banda Sonora Original | Luís Lumini

Design | Janina Brandão

Produção Executiva | Cândida Silva

Produção | Teatro Nova Europa

Co-Produção | Casa Das Artes de Famalicão

Colaboração | As Boas Raparigas... e Teatro do Bolhão

Apoio | TNSJ


Estrutura Financiada pelo MC/DGArtes


sobre TeleGanza


TeleGanza mostra um rapaz, RAFA, que tenta fazer uma cascata de São João moderna e ganhar o concurso anual de cascatas, apesar da oposição da namorada, BÁRBARA, que não compreende a nobreza de tal ambição. A chegada de um desconhecido com algo de familiar, FRED, vem agravar a situação. BÁRBARA e FRED conseguem manipular RAFA e parecem levar a melhor, mudando o propósito final da cascata para melhor servir os interesses de ambos, até ao momento em que RAFA finalmente percebe quem é, o que quer, porque está ali e o que tem de fazer.


Excerto de TeleGanza


BÁRBARA

No futuro já não há dealers?

RAFAEL

Não. Destes assim, não. É tudo às claras, com carteira profissional, discussão salarial, segurança no trabalho e controle de qualidade… isto de andar a fugir da polícia dá muito má imagem ao negócio.

BÁRBARA

E a quem é que se compra droga, então? Quero saber, para estar preparada. Aos Delegados de Propaganda Médica?

RAFAEL

Já estive a pensar num projecto.

BÁRBARA

Diz lá.

RAFAEL

Vais começar a gozar... É o costume.

BÁRBARA

Eu nunca faço isso! Diz lá.

RAFAEL

Não te ris?

BÁRBARA

Juro.

RAFAEL

Quem mais jura mais mente!

BÁRBARA

Anda lá...

RAFAEL

Ligas para a TeleGanza… Não te rias!

BÁRBARA

Como é que te lembraste de uma coisa tão estúpida?

RAFAEL

Sonhei com isso esta noite… Adormeci no sofá e –

BÁRBARA

Mas isso já toda a gente faz.

RAFAEL

Não. Isto é diferente. TeleGanza, não percebes?

BÁRBARA

Tipo TeleVendas?

RAFAEL

Melhor. Tipo TelePizza. (Como um slogan:) TeleGanza: o segredo está na erva. Ingredientes à escolha. Entregas ao domicílio. Vá para fora cá dentro.

BÁRBARA

Nós é que íamos dentro…

RAFAEL

E faziam-se as entregas numa frota de Vespas!

BÁRBARA

Não – de Ford Fiesta! Os telepizzas andam de motocicleta – as mocas do futuro vêm de Ford… Fiesta! É o carro ideal – tu já tens um.

RAFAEL

Não… mas eu tinha pensado numas vespas… Já tenho uma ideia para o símbolo da TeleGanza nos bonezinhos e tudo!

BÁRBARA

Nós é que podíamos fazer isso.

RAFAEL

Hã?

BÁRBARA

Ganhávamos uns tostões. Pensa bem. Só temos de encontrar o carro e o fardo para nos lançarmos no mercado. Não nos falta a ganza. E depois podemos diversificar: cogumelos, pastilhas…

RAFAEL

Pois... Não, ouve, isto era a brincar. Foi só um sonho.


sobre o Teatro Nova Europa


Em qualquer profissão, a passagem de estudante a practicante mesmo sendo um talentoso intérprete, é um caminho longo e tortuoso pejado de dificuldades que torna a passagem quase uma impossibilidade. O problema é a experiência: para trabalhar com uma companhia de topo é necessária experiência, mas não se pode obter experiência se não se trabalha. O projecto do Teatro Nova Europa para 2010 faz a ponte entre estes dois momentos.

Assim, pretendemos juntar várias vertentes: o trabalho com novos intérpretes, criativos e novos autores portugueses, num projecto único que engloba várias actividades ao longo do ano.

Com a experiência passada tínhamos confirmado a necessidade de uma intervenção mais insistente e prolongada e fazia sentido um projecto que tivesse uma continuidade ao longo do ano em vez de se desenvolver em acções pontuais e, mais tarde, mediante o seu sucesso tornar-se num projecto a longo prazo: sempre com jovens actores, criativos e autores portugueses com nova dramaturgia.

Anualmente, o Teatro Nova Europa vai convidar talentosos jovens actores e criativos com formação em várias escolas para castings e participação nas produções a realizar pela companhia. Pretendemos desta forma criar uma ponte real (não virtual) que apoia, forma, dá experiência e põe à prova actores, dramaturgos e criadores portugueses cheios de potencial e sedentos por uma oportunidade no mercado de trabalho.

Este projecto não pretende ser uma espécie de Unidade de Inserção na Vida Activa, mas sim a própria vida activa de profissionais e jovens criativos, que se prepararam afincadamente durante anos nas escolas, para se aperfeiçoarem e terem uma oportunidade de pisar um palco, profissionalmente, e assim se revelarem aos criadores e pensadores do teatro.

Por essa Europa fora existem projectos semelhantes com um enorme sucesso, e naturalmente, consideramos que a cidade do Porto tem todas as condições e potencialidades para re-criar um projecto à medida dos nossos criadores, actores, dramaturgos e jovens do nosso país.

Para além de uma leitura encenada dos textos que o Novo Drama 2009 produziu no Dia Mundial de Teatro, com inéditos de sete novíssimos autores, e um Ciber Magazine com o nome 5 Minutos Com…, vamos realizar três produções teatrais, a partir de textos inéditos de dramaturgos portugueses com provas dadas: Jacinto Lucas Pires, Jorge Louraço Figueira e Ana Mendes. Estes textos terão como ponto fulcral personagens/actores jovens. Desta forma, abriremos espaço aos novos jovens actores e alunos finalistas sedentos de novas experiências e de entrar no mundo do trabalho.


Classificação etária: M/16


Estúdio Zero -Rua do Heroísmo nº 86, (junto à estação de metro do Heroísmo) Porto.

Informações e reservas | 225 373 265 begin_of_the_skype_highlighting 225 373 265 | asboasraparigas@gmail.com |