sexta-feira, 23 de outubro de 2009

ACOLHIMENTO NOVEMBRO

RETRATINHOS pelo Teatromosca | Estúdio Zero | 20 e 21 de Novembro


Apresentação do projecto e objectivos


Depois do sucesso alcançado com «Literaturinha», ciclo de leituras encenadas de clássicos da literatura infanto-juvenil - que, entre Outubro de 2006 e Junho de 2008, estreou 17 diferentes leituras em co-produção com o Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, apresentadas, posteriormente, pelo País, em regime de itinerância (incluindo o circuito intermunicipal da responsabilidade da Artemrede) - o teatromosca apresenta, agora, nova produção dirigida à mesma faixa etária (a partir dos 4 anos), designada «Retratinhos».

O objectivo maior destes «Retratinhos» consiste na apresentação, a meninos e meninas, de personalidades maiores (e menores) da História Universal, (funcionando como valioso complemento lúdico-pedagógico aos conteúdos programáticos de diferentes disciplinas, desde o pré-escolar ao 3º ciclo), cruzando sempre temas de cariz informativo/pedagógico (enunciando aspectos determinantes da vida do retratado, contextualização histórica do espaço/tempo em que viveu, e, claro, explicitação das razões pelas quais granjeou o seu lugar no panteão) ou de cariz mais lúdico (por via da efabulação romanesca, pretende-se, como «estratégia de sedução», iluminar fait-divers ignorados, curiosos ou divertidos, que compõem uma espécie de petit histoire do retratado).

Deseja-se, assim, pelo teatro, pela escrita criativa, validar a ideia de que os homens e mulheres que «fazem»/«são» a História possuem uma existência real (frívola, até) e que, em qualquer circunstância, possuímos (nós, os ilustres que os compêndios desconhecem…) méritos suficientes para, também, protagonizar a história (a nossa, a do Mundo).


Os Textos/Guiões


Escritos originalmente, serão as vozes dos dois intérpretes/anfitriões (personagens) que convidam os pequenos espectadores a conhecer o retratado.

Trata-se, portanto, de um projecto teatral que privilegia a dramaturgia contemporânea de língua portuguesa, através da redacção de textos originais com uma linguagem adaptada à faixa etária a que se destinam. Serão múltiplas e multiplicadas aquelas vozes. Se evocam o retratado (na terceira pessoa), serão a voz de narradores heterodiegéticos e omniscientes; se em discurso directo, assumem-se como a voz do próprio retratado ou a de outras personagens afins ao seu universo. O jogo é este. O dos contadores de histórias, da História, das estórias da História.


METODOLOGIA


Desde Setembro de 2008, o teatromosca tem vindo a reunir com diferentes parceiros do projecto (maioritariamente, espaços museológicos) procurando estabelecer, em estreita colaboração, estratégias de difusão, programação e implementação do projecto nos vários espaços escolhidos para acolher os espectáculos. Simultaneamente, auscultou os directores e os responsáveis pelos serviços educativos destes espaços, com o objectivo de elaborar uma listagem rigorosa, coerente e acertiva de personalidades históricas que seriam abordadas.

Numa segunda fase, enquanto decorriam os contactos de pré-produção (contactar parceiros, estabelecer novas parcerias e programando as diferentes carreiras de cada um dos espectáculos), foram convidados 8 jovens escritores (boa parte deles com obra publicada) para escreverem os textos que serviriam de base para o trabalho cénico. Esses textos poderão tomar diferentes formatos e estilos. Poderão ser dramáticos, narrativos, poéticos... Actualmente, os textos estão a ser produzidos e a sua publicação é um dos objectivos do projecto.

Cada texto (correspondente a um “Retratinho” diferente) será entregue a uma equipa de três artistas (1 encenador + 2 intérpretes) para que, num curto espaço de tempo de ensaios, criem um espectáculo de pequenas dimensões (40 minutos aproximadamente), de carácter multi-disciplinar. Partindo de estímulos sugeridos pelos textos que lhes foram entregues, este núcleo de criadores trabalhará sobre esses materiais literários, com eles e/ ou contra eles. No fim, dos textos poderá restar apenas um vestígio (salvaguardando sempre o carácter informativo dos espectáculos que assentarão, sobretudo, sobre a palavra dita em cena).


Os espectáculos destinam-se ao público infanto-juvenil, a partir dos 4 anos, escolar ou público geral.


Estúdio Zero - Rua do Heroísmo, 86 (Metro do Heroísmo)

INFORMAÇÕES E RESERVAS
914 616 949
teatromosca@gmail.com
http://teatromosca-retratinhos.blogspot.com

terça-feira, 14 de julho de 2009

MEDEIA


CRÉDITOS: AS BOAS RAPARIGAS

quinta-feira, 25 de junho de 2009

MEDEIA a partir de Eurípides

Creditos: As Boas Raparigas


Sei que crimes vou cometer, mas a cólera é mais forte que minha vontade.”

Medeia




Porto
1º Fase da Carreira
De 10 a 26 de Julho no Estúdio Zero
Terça a Sábado às 21h45
Domingo às 16h
2º Fase da Carreira
De 18 a 30 de Setembro no Estúdio Zero
Terça a Sábado às 21h45
Domingo às 16h
M/12



MEDEIA
a partir de Eurípides



Encenação│ Luís Mestre
Tradução│ Maria Helena Pereira
Cenografia│ As Boas Raparigas e Luís Mestre
Design de Luz│ Joana Oliveira*
Sonoplastia
│ Luís Aly
Figurinos │ As Boas Raparigas
Elenco
Carla Miranda
Daniel Pinto
Maria do Céu Ribeiro
Nuno Cardoso



*Aluna em Prova de Aptidão Profissional do Curso de Luz, Som e Efeitos Cénicos da Academia Contemporânea do Espectáculo


Sinopse


Medeia, princesa da distante Cólquida, (hoje Geórgia) descendente do Sol, apaixonada por Jasão, traiu a sua família e abandonou a terra natal, auxiliando o seu amado e a expedição dos argonautas a conquistarem o velo (pêlo de carneiro) de ouro. Quando, anos mais tarde, depois de terem constituído família e se terem instalado na Grécia, Jasão anuncia que pretende desposar uma princesa local para aumentar o seu prestígio e influência, Medeia, para vingar o ultraje de Jasão, serve-se da astúcia e de conhecimentos mágicos, e arquitecta o assassinato da noiva e de seus próprios filhos.



Medeia


Com o poeta Eurípides, a tragédia grega ganhou novos elementos. Eurípides soube pintar as paixões humanas como nenhum dos dramaturgos gregos anteriores. Em Medeia (431 a.C.), apresentou o retrato psicológico de uma mulher carregada de amor e ódio. Medeia representa um novo tipo de personagem na tragédia grega: esposa repudiada e estrangeira perseguida, ela revolta-se contra o mundo que a rodeia, rejeitando o conformismo tradicional. Tomada de uma fúria terrível, mata os filhos que teve com o marido, para se vingar dele. É uma das figuras femininas mais impressionantes da dramaturgia universal.




Estúdio Zero - Rua do Heroísmo, 86 (Metro do Heroísmo)

INFORMAÇÕES E RESERVAS
225 373 265
asboasraparigas@gmail.com
estudio0.blogspot.com

Companhia subsidiada pelo Ministério da Cultura / DGArtes.






quinta-feira, 4 de junho de 2009

Os Monólogos da Marijuana


Noventa minutos, três actores, num cenário simples e eficaz, dão vida a três personagens desconcertantes que, curiosamente, têm o seus próprios nomes. Assistimos a uma sátira social extremamente bem conseguida, à laia de stand-up que agarrará a sua gargalhada desde o primeiro ao último minuto.

O texto não é uma apologia ao consumo de marijuana, e muito menos de outras drogas! Trata-se sim, de uma reflexão irónica e com muito humor, sobre o “universo” que rodeia a controversa marijuana. Os prós, os contras, as contradições, as crenças, as ilusões, os mitos e mistérios, os ritos e rituais, enfim, o raciocínio da sociedade moderna em relação a este “fruto proibido”, é neste espectáculo enaltecido e posto em causa de forma brilhante, contagiante e saudável!


Tudo isso podes conhecer em “Os Monólogos da Marijuana”, montagem de “The Marijuana-Logues”,de Arj Barker, Doug Benson e Tony Camin. A estreia, em 2003, aconteceu na off-Broadway Novaiorquina. Desde então tem percorrido o mundo, com sucesso.


“ Os Monólogos da Marijuana” iluminaram NYC. Emitindo uma energia ligeiramente subversiva e que induz ao riso…dinâmica…este completo e talentoso trio traz nova vida ao humor sobre erva. De escrita inventiva…irresistivelmente engraçado…sem papas na língua.” - ASSOCIATED PRESS – , é uma das importantes críticas que vem recebendo desde então.


FICHA TÉCNICA:


Encenação: Yuri Kurkotchensky | Tradução: Ana Seoane

Elenco: João Craveiro | Paulo Duarte Ribeiro | Tobias Monteiro

Desenho de Luz: Paulo Santos

Música Original: Manuel Lobo | Som: Gaetan Besson

Design e Fotos: Frederico Saraiva | Pedro M. Leitão | IDWork: Sofia Catarino

Produção, Assessoria de Imprensa & Promoção: Transilvânia Produções


Classificação Etária: M/18 anos.

Bilhetes: de 10 € (preço único).


Apresentações

12 e 13 de Junho “Os Monólogos da Marijuana” estará em cena no Estúdio Zero às 21h30.


Estúdio Zero

Rua do Heroísmo nº 86 (Metro Heroísmo)

4300-254 Porto

Tel. 225 373 265 | asboasraparigas@gmail.com


Informações e Reservas


T- 963 661 601 | E - monologosdamarijuana@gmail.com

segunda-feira, 27 de abril de 2009

MEDEIA


WORKSHOP DE INTERPRETAÇÃO


O workshop abordará o texto Agora Sou Medeia de Luís Mestre, utilizando alguns excertos para o levantamento de situações cénicas e características da escrita deste autor/encenador contemporâneo. Procurar-se-á desenvolver um trabalho de interpretação, explorando as temáticas propostas pelo texto, sendo dada grande relevância à inter-relação entre a emoção e a palavra, na perspectiva do actor.


Destinatários: Alunos de teatro finalistas e recém-formados, actores em princípio de carreira

Orientação: Luís Mestre Datas: 26 a 29 Maio (20h30 às 23h30)

Envio de CV + Foto (até 20 de Maio) : asboasraparigas@gmail.com




O número de participantes é limitado.

A selecção será feita através de CV.

A participação é gratuita.




Estúdio Zero - Rua do Heroísmo,86 (Metro do Heroísmo)
225373265
asboasraparigas@gmail.com

terça-feira, 21 de abril de 2009

OS EUROPEUS DE HOWARD BARKER




Co-produção
As Boas Raparigas…, TNSJ
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Criou a Wrestling School, porque percebeu que o desconforto do seu “Teatro da Catástrofe”, assente no conflito, na dor e no êxtase da tragédia, já não cabia na cena teatral britânica. Sozinho em casa, Howard Barker teve a sorte de encontrar no Porto a “sua” companhia (As Boas Raparigas…) e o “seu” encenador (Rogério de Carvalho). Os seus nomes já se cruzaram nas fichas artísticas de Possibilidades (1998), Tio Vânia (2000) e Mãos Mortas (2006), a demonstrar que a radicalidade do primeiro convive bem com a austeridade dos segundos, que o trabalho rigoroso sobre a voz e a palavra é uma espécie de chão comum que tem produzido os seus frutos. Com Os Europeus, As Boas Raparigas… regressam ao convívio de Barker por uma questão de “oportunidade”. Elas dizem porquê: a Viena de 1683 devastada pelos turcos, o contexto histórico deste “conto cruel”, é um lugar demasiado próximo de nós (“a terra devastada, o Estado decadente, uma cultura questionada”). Também dizem onde: “Este é um Mundo sem piedade, sem descanso, sem qualquer humanidade, onde temos frio, muito frio. É a Europa”.
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autor
Howard Barker
tradução Francisco Frazão
encenação Rogério de Carvalho
cenografia
Cláudia Armanda
figurinos Bernardo Monteiro
desenho de luz Jorge Ribeiro
sonoplastia Luís Aly
interpretação Carla Miranda, Cláudia Chéu, Elmano Sancho, Laura Barbeiro, Maria do Céu Ribeiro, Maria Ladeira, Miguel Eloy, Nuno Geraldo, Paula Garcia, Paulo Duarte, Wagner Borges


TEATRO CARLOS ALBERTO (Rua das Oliveiras, 43 Porto)
15-31 Maio
Terça a Sábado 21h30 Domingo 16h00
Duração aproximada 1:50
Classificação etária
Maiores de 16 anos

Atendimento e Bilheteira
  • Informações 800‑10‑8675 (Número grátis a partir de qualquer rede)
  • T +351 22 340 19 10
  • F +351 22 208 83 03
  • bilheteira@tnsj.pt
  • Terça‑feira a Sábado 14:00-19:00 (ou até às 22:00, nos dias em que há espectáculos em exibição)
  • Domingo 14:00-17:00

quarta-feira, 11 de março de 2009

CO-PRODUÇÃO As Boas Raparigas/ A TURMA



COMPANHIA A TURMA

APRESENTA

OS QUE SUCEDEM

25 MARÇO A 3 ABRIL 2009
21H30
ESTÚDIO ZERO // PORTO
TEXTO // LUÍS MESTRE
ENCENAÇÃO // MANUEL TUR
MAIORES DE 16 ANOS


OS QUE SUCEDEM é o segundo trabalho d’A TURMA, recentemente formada por jovens artistas das Artes do Espectáculo. O convite ao Luís Mestre surgiu da urgência da procura de um texto que nos fizesse querer fazer, que nos parecesse pertinente e que tocasse no que pretendemos abordar.
OS QUE SUCEDEM nasceu do trabalho de improvisação dos actores a partir das propostas lançadas pelo dramaturgo, propostas essas que alimentaram o texto, que o questionaram, que o transformaram, e que, finalmente, o definiram. Desenvolvemos um processo de trabalho que se alicerça na relação entre o encenador e as propostas dos actores, dando valor ao que se faz e porque se faz, à importância do acto criativo conjunto. Trabalhamos também a relação entre os actores e o público, quer seja no questionar de convenções quer na descoberta de mecanismos de transformação e construção cénica, que alterarão essa mesma relação. Queremos explorar a escrita para teatro nos dias de hoje, as novas dramaturgias, que reflectem as ansiedades e preocupações dos criadores envolvidos.

SINOPSE
Três jovens executam um assalto com contornos misteriosos. Acossados e feridos decidem esconder-se num espaço abandonado. É nessa noite que as relações entre eles são postas à prova e que as suas memórias mais profundas revelam as heranças familiares.


ESTREIA E CARREIRA ARTÍSTICA DO ESPECTÁCULO
Estúdio Zero, Porto - 25 de Março a 3 de Abril de 2009
Teatro Helena Sá e Costa, Porto – 23 a 26 de Setembro de 2009

FICHA ARTÍSTICA
Autor Luís Mestre
Encenação ManuelTur
Interpretação André Brito, António Parra, JoanaTeixeira e Tiago Correia
Cenografia Ana Gormicho e DanielTeixeira
Figurinos Anita Gonçalves
Desenho de Luz Francisco Teles
Música Original Frederico Botelho

FICHA TÉCNICA
FOTOGRAFIA RICARDO MIRANDA
VÍDEO FRANCISCO LOBO
DESIGN GRÁFICO INÊS FERREIRA
PRODUÇÃO EXECUTIVA JOANA NETO


A COMPANHIA
A TURMA nasceu da necessidade de um espaço para explorar, confrontar e experimentar conhecimentos, aprendizagens e opções artísticas. Um espaço que nos permitisse uma abordagem a novas estéticas, novas linguagens, novas dramaturgias, que nos definissem e que definissem as nossas preocupações.
O nosso primeiro espectáculo: Tu Acreditas no que Quiseres estreou a 22 de Abril, no espaço alternativo Maria Vai com as Outras, no Porto. Foi produzido de forma totalmente independente, conseguindo uma excelente aceitação por parte do público (a lotação rondou os 90% nas 4 apresentações).
Depois desta bem sucedida experiência, onde se experimentou uma adaptação de um clássico do séc. XX, Loucos por amor de Sam Shepard, iniciamos agora uma colaboração com um dramaturgo contemporâneo que, através de um trabalho de proximidade, nos permitirá avançar em processos de investigação e criação dramatúrgica.
A TURMA é formada por Ana Gormicho, André Brito, António Parra, Daniel Teixeira, Joana Neto, Manuel Tur e Tiago Correia.
Novos criadores de diversas áreas do espectáculo - Interpretação, Encenação, Cenografia, Figurinos e Produção.


A TURMA conheceu-se na ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo), Porto, onde começou a desenvolver, em conjunto, as primeiras experiências semi-profissionais. A Turma quer continuar a desenvolver a carreira profissional como companhia, continuando a aposta na criação de, pelo menos, um espectáculo por ano. O plano é também fazer carreira com os espectáculos, para dar a conhecer o trabalho a nível nacional e por questões de sus¬tentabilidade. O espectáculo de 2010 já está em ebulição!

Preço - 5 euros

Estúdio Zero - Rua do Heroísmo,86 (Metro do Heróismo)

INFORMAÇÕES E RESERVAS

225373265


estudio0.blogspot.com